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venerdì 30 marzo 2012

Ministro da China diz o que se deve fazer no Brasil:


Ministro da China diz o que se deve fazer no Brasil:

10 soluções para melhorar o Brasil (que funcionaram na China)


O Primeiro Ministro da China, Wen Jiabao, visitou o Brasil
recentemente pela primeira vez e supreendeu pelo conhecimento que tem
sobre nosso país, segundo ele, devido o aumento da amizade e dos
negócios entre Brasil e China, vem estudando nossa cultura, nosso
povo, desenvolvimento e nosso governo nos últimos 5 anos e, por isso
aproveitou a visita de acordos comerciais para lançar algumas
sugestões que, segundo ele, foram responsáveis pelas mudanças e pelo
crescimento estrondoso da China nos últimos anos.



Durante uma de suas conversas com a Presidente Dilma e seus ministros,
Wen foi enfático no que ele chama de "Solução para os paises
emergentes", que é o caso do Brasil, China, Índia e outros países que
entraram em grande fase de crescimento nos últimos anos, sendo a China
a líder absoluta nessa fila.



O que o ministro aponta como principal ponto para um país como o
Brasil desponte a crescer fortemente???



Mudanças imediatas na administração do país, sendo a principal delas,
a eliminação de fatores hipócritas, onde as leis insistem em ver o
lado teórico e não o prático e real de suas consequèncias, sendo que,
para isso o país terá que sofrer mudanças drásticas em seus pontos de
vista atuais, como fez a China nos últimos 20 anos, sendo os 10
principais os que se seguem:



1) PENA DE MORTE PARA CRIMES HEDIONDOS COMPROVADOS:

Fundamento: Um governo tem que deixar de lado a hipocrisia quando toca
neste assunto, um criminoso não pode ser tratado como celebridade,
criminosos reincidentes já tiveram sua chance de mudar e não mudaram,
portanto, não merecem tanto empenho do governo, nem a sociedade
honesta e trabalhadora merece conviver com tamanha impunidade e medo,
citou alguns exemplos bem claros: Maníaco do parque, Lindeberg, Suzane
Richthofen, Beira Mar, Elias Maluco, etc. Eliminando os bandidos mais
perigosos, os demais terão mais receio em praticarem seus crimes, isso
refletirá imediatamente na segurança pública do país e na sociedade,
principalmente na redução drástica com os gastos públicos em
segurança. A longo prazo isso também reflete na cultura e
comportamento de um povo.




2) PUNIÇÃO SEVERA PARA POLÍTICOS CORRUPTOS:

Fundamento: É estarrecedor saber que o Brasil tem o 2º maior índice de
corrupção do mundo, perdendo apenas para a Nigéria, porém, comparando
os dois países o Brasil está em uma situação bem pior, já que não pune
nenhum político corrupto como deveria, o Brasil é o único país do
mundo que não tem absolutamente nenhum político preso por corrupção,
portanto, está clara a razão dessa praga (a corrupção) estar cada vez
pior no país, já que nenhuma providência é tomada, na China, corrupção
comprovada é punida com pena de morte ou prisão perpétua, além é
óbvio, da imediata devolução aos cofres públicos dos valores roubados.
O ministro chinês fez uma pequena citação que apenas nos últimos 5
anos, o Brasil já computou um desvio de verbas públicas de quase 100
bilhões de reais, o que permitiria investimentos de reflexo nacional.
Ou seja, algo está errado e precisa ser mudado imediatamente.



3) QUINTUPLICAR O INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO:

Fundamento: Um país que quer crescer precisa produzir os melhores
profissionais do mundo e isso só é possível quando o país investe no
mínimo 5 vezes mais do que o Brasil tem investido hoje em educação,
caso contrário, o país fica emperrado, aqueles que poderiam ser
grandes profissionais, acabam perdidos no mercado de trabalho por
falta da base que deveria prepara-los, com o tempo, é normal a mão de
obra especializada passar a ser importada, o que vem ocorrendo a cada
vez mais no Brasil, principalmente nos últimos 5 anos quando o país
passou a crescer em passos mais largos.



4) REDUÇÃO DRÁSTICA DA CARGA TRIBUTÁRIA E REFORMA TRIBUTÁRIA IMEDIATA:

Fundamento: A China e outros países desenvolvidos como os EUA já
comprovaram que o crescimento do país não necessita da exploração das
suas indústrias e empresas em geral, bem pelo contrário, o estado
precisa ser aliado e não inimigo das empresas, afinal, é do trabalho
destas empresas que o país tira seu sustendo para crescer e devolver
em qualidade de vida para seus cidadãos, a carga tributária do Brasil
é injusta e desorganizada e enquanto não houver uma mudança drástica,
as empresas não conseguirão competir com o mercado externo e o interno
ficará emperrado como já é.



5) REDUÇÃO DE PELO MENOS 80% DOS SALÁRIOS DOS POLÍTICOS BRASILEIROS:

Fundamento: Os Brasil tem os políticos mais caros do mundo, isso
ocorre pela cultura da malandragem instalada após a democrácia
desorganizada que tomou posse a partir dos anos 90 e pela falta de
regras no quesito salário do político. O político precisa entender que
é um funcionário público como qualquer outro, com a função de empregar
seu trabalho e seus conhecimentos em prol do seu país e não um "rei"
como se vêem atualmente, a constituição precisa definir um teto
salarial compatível com os demais funcionários públicos e a partir
dai, os aumentos seguirem o salário mínimo padrão do país, na China um
deputado custa menos de 10% do que um deputado brasileiro. A revolta
da nação com essa balbúrdia com o dinheiro público, com o abuso de
mega-salários, sem a devida correspondência em soluções para o povo,
causa ainda mais prejuízos ao estado, pois um povo sentindo-se roubado
pelos seus líderes políticos, perde a percepção do que é certo, justo,
honesto e honrado.




6) DESBUROCRATIZAÇÃO IMEDIATA:

Fundamento: O Brasil sempre foi o país mais complexo em matéria de
negociação, segundo Wen, a China é hoje o maior exportador de
manufaturados do mundo, ultrapassando os EUA em 2010 e sem nenhuma
dúvida, a China e os EUA consideram o Brasil, o país mais burocrata,
tanto na importação, quanto exportação, além é claro, do seu mercado
interno, para tudo existem dezenas de barreiras impedindo a negocição
que acabam em muitas vezes barrando o desenvolvimento das empresas e
refletindo diretamente no desenvolvimento do país, isso é um caso
urgente para ser solucionado.


7) RECUPERAÇÃO DO APAGÃO DE INVESTIMENTOS DOS ÚLTIMOS 50 ANOS:

Fundamento: O Brasil sofreu um forte apagão de investimentos nos
últimos 50 anos, isso é um fato comprovado, investimentos em
infraestrutura, educação, cultura e praticamente todas as demais áreas
relacionadas ao estado, isso impediu o crescimento do país e seguirá
impedindo por no mínimo mais 50 anos se o Brasil não tomar atitudes
fortes hoje. O Brasil tem tudo para ser um grande líder mundial, tem
território, não sofre desastres naturais severos, vive em paz com o
resto do mundo, mostrou-se inteligente ao sair ileso da grande crise
financeira de 2008, porém, precisa ter a coragem de superar suas
adversidades políticas e aprender investir corretamente naquilo que
mais necessita.




8) INVESTIR FORTEMENTE NA MUDANÇA DE CULTURA DO POVO:

Fundamento: A grande massa do povo brasileiro não acredita mais no
governo, nem nos seus políticos, não respeita as instituições, não
acredita em suas leis, nem na sua própria cultura, acostumou-se com a
desordem governamental e passou a ver como normal as notícias trágicas
sobre corrupção, violência, etc, portanto, o Brasil precisa investir
na cultura brasileira, iniciando pelas escolas, empresas, igrejas,
instituições públicas e assim por diante, começando pela educação
patriótica, afinal, um grande povo precisa amar e honrar seu grande
país, senão é invevitável que à longo prazo, comecem surgir milícias
armadas na busca de espaço e poder paralelo ao governo, ainda mais,
sendo o Brasil um país de proporções continentais como é.




9) INVESTIR EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA IMEDIATAMENTE:

Fundamento: Proporcionalmente, o Brasil investe menos de 8% do que a
China em ciência e tecnologia, isso começou a ter forte reflexo no
país nos últimos 5 anos, quando o Brasil passou a crescer e aparecer
no mundo como um país emergente e que vai crescer muito a partir de
agora, porém, não tem engenheiria de qualidade, não tem medicina de
qualidade, tecnologia de qualidade, não tem profissionais com formação
de qualidade para concorrer com os países desenvolvidos que
encontram-se mais de 20 anos a frente do Brasil, isso é um fato e
precisa ser visto imediatamente, pois reflete diretamente no
desenvolvimento de toda nação.




10) MENORIDADE PENAL E TRABALHISTA A PARTIR DE 16 ANOS (o mundo está
envelhecendo...):

Fundamento: O Brasil é um dos poucos países que ainda possuem a
cultura de tratar jovens de 15 a 18 anos como crianças, não
responsáveis pelos seus atos, além de proibi-las de oferecer sua mão
de obra, isso é erro fatal para toda a sociedade, afinal, o Brasil,
assim como a grande maioria dos paises, estão envelhecendo e precisam
mais do que nunca de mão de obra renovada, além do que, essa
contradição hipócrita da lei, serve apenas para criar bandidos
perigosos, que ao atingirem 18 anos, estão formados para o crime, já
que não puderam trabalhar e buscaram apenas no crime sua formação. Na
China, jovens tem permissão do governo para trabalhar normalmente (não
apenas como estagiários como no Brasil) a partir dos 15 anos, desde
que continuem estudando e, sim, respondem pelos seus crimes
normalmente, como qualquer adulto com mais de 18 anos.



Este texto foi retirado do Blog do jornalista Joemir Beting da Rede
Bandeirantes, segundo Joelmir, o texto não está na íntegra, já que não
foi permitida a sua divulgação nos meios de comunicação, também,
segundo o assessor que permitiu o "vazamento" do relatório da conversa
com o primeiro ministro chinês, o governo brasileiro optou por não
divulgar estas informações por não se tratarem da real missão do
primeiro ministro ao Brasil, que era apenas para tratar de assuntos
comerciais entre os dois paises, mas como diz Joelmir, para bom
entendedor, apenas isso basta, ou seja, não há interesse do governo em
divulgar esses fatos, pois, para o PT e demais governantes, do jeito
que o Brasil se encontra é exatamente o jeito que eles sempre
sonharam, um país que reina a impunidade política e o povo não tem vez
nem voz, até porque, essa cultura que o sr Wen tanto cita, é
exatamente o que poderia causar problemas na atual política
brasileira, portanto, um povo acomodado e que apenas assiste de
camarote o corrupto sacar dinheiro do seu próprio bolso, é o sonho de
qualquer criminoso do colarinho branco.



Joelmir Beting

Jornalista

Suu Kyi: «Elezioni in Birmania
non saranno libere e giuste»




Qui in Italia invece come saranno ? La solita porcata , visto che la triade si sta mettendo d'accordo.
Preso in prestito dalla cara amica Benedetta Scaglioni

martedì 27 marzo 2012

Milano, blitz contro Caselli a Palazzo Marino Militanti No Tav sgomberati dalla polizia | Luigi Franco | Il Fatto Quotidiano

Milano, blitz contro Caselli a Palazzo Marino Militanti No Tav sgomberati dalla polizia | Luigi Franco | Il Fatto Quotidiano

La banca svizzera respinge i soldi di Emilio Fede




Due milioni e mezzo nella valigetta”, la banca svizzera respinge i soldi di Emilio Fede


Due milioni e mezzo di euro contenuti in una valigetta. Emilio Fede si è presentato così in una filiale di una banca svizzera a Lugano. Voleva depositare il denaro, ma l’operazione gli è stata negata. L’episodio, raccontato sul Corriere della Sera di oggi, sarebbe avvenuto alla fine di dicembre del 2011, ma la segnalazione sarebbe arrivata alle autorità italiane solo a gennaio di quest’anno. Per il direttore del Tg4, già sotto accusa per favoreggiamento della prostituzione nel processo Ruby e bancarotta fraudolenta nell’indagine che ha portato in carcere l’ex manager dei vip Lele Mora, una nuova tegola che potrebbe trasformarsi in una accusa di evasione fiscale e esportazione di capitali all’estero.

Secondo la ricostruzione, Il giornalista, accompagnato da un’altra persona di cui non è nota l’identità, si è presentato nella banca elvetica per depositare il denaro che portava con sè. I funzionari, scrive il Corriere, solitamente molto attenti al riserbo sul nome dei propri clienti evidentemente non gradiscono la pubblicità eccessiva. E il nome di Fede è già ampiamente balzato agli onori delle cronache. Così il deposito viene rifiutato e i due se ne vanno. La segnalazione però parte e con essa i controlli delle autorità italiane. Che verificano l’effettiva corrispondenza dell’identità. Ora, però, le Fiamme gialle si chiedono da dove il conduttore abbia preso una cifra così ingente e se gli appartenga realmente. In caso di mancata dichiarazione, poi, gli atti passerebbero alla magistratura.

Per Fede – che smentisce categoricamente la veridicità dell’episodio – non è il primo episodio del genere. Dalle carte del caso Ruby spunta ad esempio la famigerata “cresta” di un milione e duecentomila euro che il giornalista avrebbe ‘trattenuto’ per sè dai 2,8 milioni che il tesoriere di Berlusconi, Giuseppe Spinelli avrebbe fatto avere allo stesso Mora, travolto dai debiti della sua Lm management. E già nell’estate scorsa, dopo una rogatoria internazionale, i pm avevano interrogato un funzionario della Bsi di Lugano, Patrick Albisetti, per ricostruire prelievi e spostamenti di denaro per mezzo milione di euro.
Da IL Fatto Quotidiano

sabato 24 marzo 2012

ENTERRO CUBANO -Sensacional!!!!


ENTERRO CUBANO -Sensacional!!!!


Toda a família, em Cuba, surpreendeu-se quando chegou de Miami um ataúde
com o cadáver de uma tia muito querida.


O corpo estava tão apertado no caixão que o rosto parecia colado no visor
de cristal.


Quando abriram o caixão encontraram uma carta, presa na roupa com um
alfinete, que dizia assim:


'Queridos Papai e Mamãe:


Estou lhes enviando os restos de tia Josefa para que façam seu enterro em
Cuba, como ela queria.

Desculpem-me por não poder acompanhá-la, mas vocês compreenderão que tive
muitos gastos com todas as coisas que, aproveitando as circunstâncias, lhes
envio.


Vocês encontrarão, dentro do caixão, sob o corpo, o seguinte:

* 12 latas de atum Bumble Bee;

* 12 frascos de condicionador;

* 12 de xampu Paul Mitchell;

* 12 frascos de Vaselina Intensive Care (Muito boa para a pele. Não serve
para cozinhar!);

* 12 tubos de pasta de dente Crest;

* 12 escovas de dente;

* 12 latas de Spam das boas (são espanholas);

* 4 latas de chouriço El Miño.


Repartam com a família, sem brigas.


Nos pés de titia estão um par de tênis Reebok novos, tamanho 39, para o
Joselito (é para ele, pois com o cadáver de titio não se mandou nada para
ele, e ele ficou amuado).



Sob a cabeça há 4 pares de 'popis' novos para os filhos de Antônio, são de
cores diferentes (por favor, repito, não briguem!).


A tia está vestida com 15 pulôveres Ralph Lauren. Um é para o Pepito e os
demais para seus filhos e netos.


Ela também usa uma dezena de sutians Wonder Bra (meu favorito).

Dividam entre as mulheres.


Também os 20 esmaltes de unhas Revlon que estão nos cantos do caixão.


As três dezenas de calcinhas Victoria's Secret devem ser repartidas entre
as minhas sobrinhas e primas.


A titia também está vestida com nove calças Docker's e 3 Jeans Lee. Papai,
fique com 3 e as outras são para os meninos.

O relógio suíço que papai me pediu está no pulso esquerdo da titia.


Ela também está usando o que mamãe pediu (pulseiras, anéis, etc). A
gargantilha que titia está usando é para a prima Rebeca, e também os anéis
que ela tem nos pés.


Os oito pares de meias Chanel que ela veste são para repartir entre as
conhecidas e amigas ou, se quiserem, as vendam (por favor, não briguem por
causa destas coisas, não briguem!!!).


A dentadura que pusemos na titia é para o vovô, que ainda que não tenha
muito o que mastigar, com ela se dará melhor (que ele a use, custa caro).


Os óculos bifocais são para o Alfredito, pois são do mesmo grau que ele
usa,e também o chapéu que a tia usa.



Os aparelhos para surdez que ela tem nos ouvidos são para a Carola. Eles
não são exatamente os que ela necessita, mas que os use mesmo assim porque
são caríssimos.


Os olhos da titia não são dela, são de vidro. Tirem-nos e nas órbitas vão
encontrar a corrente de ouro para o Gustavo e o anel de brilhantes para o
casamento da Katiuska.

A peruca platinada, com reflexos dourados, que a titia usa também é para a
Katiuska, que vai brilhar, linda, em seu casamento.


Com amor, sua filha Carmencita.


PS1: Por favor, arrumem uma roupa para vestir a tia para o enterro e mandem
rezar uma missa pelo descanso de sua alma, pois realmente ela ajudou, mesmo
depois de morta.


Como vocês repararam o caixão é de madeira boa (não dá cupim). Podem
desmontá-lo e fazer os pés da cama de mamãe e outros consertos em casa.


O vidro do caixão serve para fazer um porta-retrato da fotografia da vovó
que está, há anos, precisando de um novo.


Com o forro do caixão, que é de cetim branco (US$ 20,99 o metro), Katiuska
pode fazer o seu vestido de noiva. Na alegria destes presentes, não
esqueçam de vestir a titia para o enterro!


Com amor, Carmencita.


Afghanistan, morto un militare italiano in Gulistan. Cinque soldati feriti

Un attacco a colpi di mortaio nel quale ha perso la vita un militare italiano e dove altri cinque soldati sono rimasti feriti. E’ successo oggi nel distretto del Gulistan, in Afghanistan e la notizia arriva da fonti vicine alla Difesa.

L’attacco è avvenuto alle ore 18 locali circa (in Italia 14,30), contro la Fob (Forward Operative Base) “Ice” in Gulistan, nel settore sud-est dell’area di responsabilità italiana, assegnata alla Task Force South-East, su base del 1 Reggimento Bersaglieri. Il personale ferito è stato subito soccorso e trasferito in elicottero all’ospedale militare da campo della Coalizione più vicino e sono in corso le azioni per informare i familiari dell’accaduto. Con l’attacco di oggi sale a 50 il numero degli italiani morti nella missione Isaf in Afghanistan.

L’avamposto ‘Ice’, secondo quanto si è appreso, era stato preso di mira anche stamattina, sempre a colpi di mortaio, che però erano finiti fuori dal perimetro della base. Nel primo pomeriggio l’attacco è stato ripetuto e, stavolta, alcune bombe sono andate a segno. Dopo il secondo attacco, sempre secondo quanto è stato possibile apprendere, si sono alzati in volo degli elicotteri d’attacco Mangusta che hanno “neutralizzato” le postazioni nemiche.

La base attaccata è presidiata dai bersaglieri della Brigata Garibaldi che proprio in questi giorni sta avvicendando la Brigata Sassari al comando della Regione ovest della missione Isaf della Nato: nell’avamposto Ice, in particolare, sono presenti gli uomini del 1/o reggimento bersaglieri di Cosenza e quelli del 21/o reggimento Genio di Caserta, oltre ad unità di altri reparti.

Al momento sono 4.200 i militari italiani che, prendono parte alla missione multinazionale Isaf nel paese. Il Contingente italiano di stanza a Herat è dal 29 settembre scorso al comando del Generale di Brigata Luciano Portolano, comandante della Brigata “Sassari”. Il Regional Command West (Rc-W), la zona sotto la responsabilità italiana, è un’ampia regione dell’Afghanistan occidentale, grande quanto il Nord Italia, che si estende sulle quattro province di Herat, Badghis, Ghowr e Farah. La missione Isaf ha il compito di condurre operazioni militari in Afghanistan secondo il mandato ricevuto, in cooperazione e coordinazione con le Forze di Sicurezza afghane e con le forze della coalizione, per assistere il governo afghano nel mantenimento della sicurezza, favorire lo sviluppo delle strutture di governo, estendere il controllo del governo su tutto il Paese ed assistere gli sforzi umanitari e di ricostruzione
da IL Fatto Quotidiano




venerdì 23 marzo 2012

Vittorio Cecchi Gori: “Confalonieri mi disse: ‘Tanto non scappi, ti facciamo fallire’”


Vittorio Cecchi Gori: “Confalonieri mi disse: ‘Tanto non scappi, ti facciamo fallire’”



E su Berlusconi: "Al funerale di mio padre, Silvio scrisse una bella lettera, venne e sostenne persino la bara. Il giorno dopo chiuse le società in comune"



Principessa e Amore abbaiano. Come il loro padrone, non si fidano più. Istintive, presidiano l’entrata. Oltre la targa “Senatore Cecchi Gori”, il tapis roulant nell’ingresso, la porta bianca, i filippini in livrea e il filtro della fidanzata Philly, bionda, ex ballerina di burlesque, c’è Vittorio. Dalle finestre affacciate su Palazzo Borghese grida: “Non mollo”. Intorno il silenzio di chi è rimasto solo. Negli ultimi dieci anni tra una perquisizione, un sequestro e qualche arresto: “Nel 2001 entrarono in 16, con le armi in pugno” ha sofferto. Il produttore cinematografico che ebbe un impero, oggi sorveglia cause e macerie di retroguardia. Gli occhi azzurri smarriti in un dedalo di rughe e battaglie represse. L’ultima non ha data né calendario. Domani, sempre domani, finché morte non lo separi: “Vincerò su ogni fronte, ma per farlo, dovrei vivere ancora mezzo secolo. Chissà se mia madre mi avrà fatto abbastanza forte?”.
Cecchi Gori, il giudice che si occupò del fallimento della Fiorentina è stato condannato a 15 anni.
Si chiama Puliga. Era accusato di corruzione, peculato, abuso d’ufficio, falso, interesse privato in procedure concorsuali e concorso in bancarotta. Interdetto per sempre dai pubblici uffici. Fagocitò la Fiorentina e mi mandò in malora. Le basta? Avevo ragione e ho fatto ricorso alla Corte europea dei diritti dell’uomo. Lì forse mi ascolteranno e forse avrò finalmente un po’ di giustizia. Poi quel che sarà sarà.
Ne è sicuro?
Ci spero. Con i miei avvocati, trascorro una luna di miele senza pause. Studiamo le carte tutti i giorni. Un magistrato non avrebbe dovuto alterare il quadro per favorire qualcun altro.
Attacca la magistratura?
Al contrario. La rispetto e mi piacerebbe credere che quella piccola percentuale disonesta si possa ravvedere.
Quale percentuale?
È un tumore maligno del nostro paese. Un potere enorme al servizio dei soliti noti che hanno potuto fare tutto ciò che hanno voluto. L’altro giorno ho incontrato Di Pietro e gliel’ho detto.
Era d’accordo?
Totalmente. Ci sono ex presidenti del Consiglio italiani che pur imputati in processi con gravi accuse sulla testa non si sono mai fatti un giorno di galera. Sono mai andati dentro? Se vogliono posso raccontare com’è. In prigione ho trascorso qualche mese.
I suoi ex compagni in Parlamento?
Finte liquidazioni, pesce nelle vasche da bagno, conti all’estero. Il partito degli ignavi in questi anni ha saputo solo rubare e tacere. Rutelli e Marini mi fregarono, mi sbatterono ad Acireale, ma io in politica non sarei mai dovuto entrare. Lo feci per Martinazzoli e per combattere la battaglia sulle tv. Il grande errore della mia vita. Una strada pericolosa che mi ha quasi ucciso.
La politica di oggi?
Noia e disinteresse. Ma Berlusconi non tornerà.
Noiosa e peggiore di quella di ieri?
Ci scopriamo più sporchi e adesso tutti mi danno ragione. È la peggiore offesa che mi potessero fare. All’epoca eseguii le direttive. Ero l’imprenditore prestato alla politica, non il contrario, come nel disegno berlusconiano. Non ho mai dato una lira a nessuno.
Ha seguito l’affaire Margherita?
Certo, ma le dico la verità, non me ne importa nulla. Sesso, soldi facili, droga, che lezione ci ha lasciato la politica?
La droga la trovarono anche da lei.
Una barzelletta. Sapendo che sarei stato perquisito secondo lei, nella cassaforte e in bella vista avrei lasciato 4 grammi di cocaina? Ma non scherziamo. Se l’avessi usata non giocherei a tennis tutte le mattine. Ce la misero. E poi, a cagnara mediatica tramontata, in silenzio, mi assolsero.
Non stima nessuno nel Palazzo?
L’unico è Fini. Le sembrerà puerile, ma fu gentile con mia madre.
Ha mai conosciuto Lusi?
Mai. La politica costa, l’ipocrisia è lo sport nazionale ed è difficile che spariscano milioni nel nulla, ma l’ultima vera partita disputata sul suolo patrio, mi ripeto, fu quella decisiva per il controllo sulle televisioni.
Lei la perse.
Neanche un po’. Me la fecero perdere. Portai Tmc a 13 milioni di spettatori, spaventai, venni lasciato solo. Mi inventai l’Auditel di Stato. Un’idea rivoluzionaria che avrebbe reso il re nudo e messo in difficoltà Mediaset. La presero male. Addirittura ci fu qualcuno che mi minacciò per questo.
Chi la minacciò?
Un pubblicitario molto bene introdotto in certe televisioni. Il nome non lo faccio, eviterei le querele.
Con Berlusconi parla mai?
Sa chi è davvero Berlusconi? Il giorno del funerale di mio padre Mario, Silvio scrisse una bella lettera, venne al funerale e sostenne persino la bara. La mattina dopo, chiuse d’imperio le società Penta che avevamo costruito insieme.
Però.
Le racconto una storia. Un giorno mi telefona Bernasconi, mio caro amico, capo di Retitalia, l’uomo che nel processo Mills secondo l’accusa pagò l’avvocato inglese. Siamo nel 2001. Bernasconi disse: “Sono ricoverato al San Raffaele, ma non mi curano”. Era disperato. Contatto immediatamente Berlusconi: “Guarda che l’amico Carlo non sta bene”. Lo trasferirono al Niguarda e gli misero un cuore elettrico. Dopo tre giorni morì.
Cosa vuole dire?
Niente di particolare. Mi spiegate cosa è successo realmente a Bernasconi?
Almeno con Confalonieri parlava?
Certo. Mi chiamò per dirmi serio: “Tanto non scappi. La Library te la portiamo via. Ti facciamo fallire”. Risposi che era matto. Un paradosso. È la stessa cosa che dissero di me quando avvertii a tempo debito i democristiani nel ’92: “Guardate che di Publitalia Berlusconi farà un partito”. Non mi diedero retta. Ero il coglione in mezzo ai furbi.
I film glieli portarono via davvero.
Una grossa ferita che non si rimarginerà mai. Finché vivrò combatterò per riaverli. La storia del cinema italiano svenduta. Monicelli, Pasolini, Benigni, Risi, Verdone e tanti altri ancora. Gli stessi 800 film che per pochi passaggi tv, anni fa, mi vennero pagati 200 milioni di euro, ceduti a Rti per due spicci. O ero stato bravo o gli altri erano stati stupidi. Lei non può immaginare quello che può rendere la Library, una fortuna letteralmente regalata.
Come?
Con un’asta convocata tramite annuncio sul giornale. All’udienza non si presentò nessuno e se la aggiudicò Rti.
Le hanno tolto anche l’Adriano.
L’hanno dato in gestione a un signore che non paga e che ha licenziato oltre la metà dei miei ragazzi. In tempi non sospetti denunciai alla Procura di Perugia quello che oggi accade puntualmente.
La 7 era sua.
Telecom non mi ha mai pagato. Un altro scandalo. Sa com’è? Quando i poteri forti decidono di schiacciarti sottrarsi è complicato. D’altronde se Telecom avesse pagato, io a mia volta avrei saldato l’unico mio debito reale, quello con Unicredit e sarebbero anche avanzati soldi per altri film.
I poteri forti?
So di cosa parlo.
Adombrano i poteri forti anche i Della Valle. La Fiorentina è a un passo dalla B.
Della Valle fu una pedina di un gioco più grande di lui e approfittò della situazione. I fiorentini l’hanno capito. In ritardo, ma l’hanno capito.
Da presidente della Fiorentina la accusarono di riciclaggio.
Come recita la sentenza: “Assolto per non aver commesso il fatto”. Intanto, per tre anni mi hanno bloccato i conti e fatto pagare in un solo giorno 50 milioni di trattenute.
Il calcio è una storia complicata.
Le scarpe nelle Marche o altrove non sapevo farle, ma in due cose eccellevo. Pallone e cinema. Me li hanno tolti entrambi. Un altro al posto mio sarebbe già diventato pazzo, ma io non mollo.
Non vinse lo scudetto però.
Me lo impedirono, ma dato che, tanto per essere chiari, vivo a Roma dal 1950 tentai di aiutare Sensi a vincere al posto mio: “Mi vogliono fottere, ma se vuoi ti cedo Batistuta”.
Lui accettò.
70 miliardi per un giocatore di 33 anni. Proprio stupido non ero, no?
Lei dice cose molto dure.
Non potermi esprimere rappresenterebbe la più grande sconfitta della mia vita. Vorrebbe dire che siamo in un regime stalinista. Mi rifiuto di crederlo.
Progetti?
Ho in programma un paio di coproduzioni in America, dove mi hanno chiesto di fare un film sulla mia vita.
Prova rancore?
Sono contro la violenza, ma qualche amarezza la provo. Il medico mi ha detto che sto bene, ma ho una nuvola sulla testa. La vendetta sarà tornare a vincere un Oscar. Non è meglio di diventare presidente del Consiglio?

da IL Fatto Quotidiano



GR24, edizione del mattino del 23/3


giovedì 22 marzo 2012

Malasanità, un’indagine dei Nas smaschera l’attività intramoenia dei medici ospedalieri




Malasanità, un’indagine dei Nas smaschera l’attività intramoenia dei medici ospedalieri

Il dossier con tutti i dati è stato appena presentato dal generale Cosimo Piccinno alla commissione d'inchiesta del Senato sull'effficacia ed efficienza del Ssn, presieduta da Ignazio Marino. Il quadro che emerge è uno spaccato del cattivo funzionamento del sistema sanitario nazionale

Visite fatte in ospedale ma compensi presi direttamente e sottobanco. Pazienti indotti a rivolgersi alle strutture private. Medici talmente disinvolti che, dopo aver timbrato il cartellino, sono andati subito nel loro studio privato anche in presenza dei Carabinieri, che si trovavano sul posto proprio per controllarne l’attività. E’ questa la malasanità che racconta l’operazione “Tra le mura”, condotta dai carabinieri dei Nasnel 2011, che ha portato a 400 ispezioni tra ospedali e strutture private, 704 posizioni mediche valutate, 356 medici denunciati e danni stimati per 4 milioni. Il dossier con tutti i dati è stato appena presentato dal generale Cosimo Piccinno alla commissione d’inchiesta del Senato sull’effficacia ed efficienza del Ssn, presieduta da Ignazio Marino.
Ben il 94,6 per cento dei reati è legato all’intramoenia, cioè l’attività libero professionale esercitata dai medici del servizio pubblico (opzione scelta da circa 20mila dottori) e già finita sotto accusa con lo scandalo del Cardarelli di Napoli. I reati contestati nelle 337 denunce ai camici bianchi in intramoenia vanno dal peculato (preso denaro in nero per visite mediche fatte per conto dell’ospedale), alla concussione (indotto pazienti a rivolgersi alle strutture private per le cure), all’abuso d’ufficio (attività libero professionale svolta nell’orario di lavoro istituzionale), fino alla truffa aggravata per gli ingiusti profitti ai danni del Ssn e la falsificazione di atti per l’indennità di esclusività. Senza dimenticare l’assenteismo, che gonfia i conti del servizio sanitario e le liste di attesa. Uno degli episodi più eclatanti, segnalati dai Nas, è quello di alcuni reparti in cui servono 426 giorni per ottenere un controllo senologico, o 190 per una visita oculistica, mentre i medici, in teoria presenti nelle strutture pubbliche, esercitavano tranquillamente la loro attività negli studi privati in orario d’ufficio. Tutte queste irregolarità, secondo il comandante dei Nas, dimostrano comunque delle falle nel sistema dei controlli: ”Come cittadino – ha detto – mi chiedo se esistano, anche perché i Nas dovrebbero essere considerati l’ultimo baluardo per il monitoraggio delle strutture sanitarie, non il primo”.
Ma gli esempi di cattiva condotta di medici e operatori sanitari a danno della sanità pubblica non finiscono certo qui. Piccinno ha riferito i primi dati dell’operazione “Damage control, ancora in corso, che finora ha portato alla denuncia di 300 persone alla magistratura ordinaria e contabile e un danno erariale pari a 27 milioni di euro. In questo caso i reati segnalati sono stati peculato e falso nei referti di analisi, comparaggio, corruzione e truffa, iperprescrizione di farmaci ad alto costo, gare di appalto artefatte, e uso illecito dei fondi del Ssn. Per non parlare poi delle struttureper anziani e le residenze sanitarie assistenziali (rsa). In questo caso i Nas hanno rilevato che ce ne sono troppe per anziani accreditate con il servizio sanitario e molte irregolari. Tra il 2010 e 2011, i 590 controlli fatti nelle rsa hanno messo in evidenza 154 strutture non conformi (12 sono state chiuse) con picchi in alcune Regioni dove quelle ‘fuorilegge’ toccano anche il 60 per cento (ad esempio 13 su 18 in Abruzzo, 16 su 24 in Campania). Le irregolarità, ha rilevato Marino, “si registrano anche in regioni abitualmente reputate virtuose, come le Marche (25 su 43 non conformi) o l’Umbria (12 su 28)”. Moltissime irregolarità rilevate anche nelle altre strutture ricettive per gli anziani (dalle case di riposo alle comunità alloggio). Su 4.972 ispezioni, sono state identificate 1.473 strutture non conformi (150 hanno chiuso) e sono state segnalate all’autorità giudiziaria 740 persone per omicidio colposo, lesioni, abbandono di incapace, sequestro di persona, maltrattamenti, esercizio abusivo di professione sanitaria e somministrazione di farmaci guasti.
Che fare quindi? Per quanto riguarda la libera professione in intramoenia allargata è venuto il momento di trovare una soluzione. Pensata come regime transitorio per permettere alle Regioni di adeguare le strutture, dal 1999 l’intramoenia è stata prorogata continuamente, fino a quest’anno, quando il ministro della Salute Balduzzi ha posto come ultimo termine il 30 giugno 2012. Decisione non digerita da molti, tanto che il Pdl ha tentato un blitz in commissione Affari sociali, presentando due emendamenti al testo sul governo clinico, che praticamente riscrivevano le regole. Adesso si sta tentando una mediazione e il governo ha presentato una prima bozza che prevede la regolarizzazione dell’intramoenia allargata, mettendo in rete gli studi privati e le Asl, e collegandola alla rete ospedaliera. Sperando che non esca fuori un’altra soluzione gattopardesca, in cui si cambia tutto per cambiare nulla.
da IL Fatto Quotidiano

QUE LINDO !!!! : Brasileirinha fazendo sucesso!


QUE LINDO !!!!
: Brasileirinha fazendo sucesso!
Gaúcha de Porto Alegre, CARLA MAFFIOLETTI, está fazendo enorme sucesso na Europa, canta com a orquestra de ANDRÉ RIEU.


O link está logo abaixo:

martedì 20 marzo 2012












Per gli amanti del Blues ...Gli BLUESTIME BAND ....favolosi !


Ventiquattro miliardi persi nei derivati, di chi è la colpa?



 Ventiquattro miliardi persi nei derivati, di chi è la colpa?


I 31 miliardi di dollari, circa 24 miliardi di euro al cambio attuale, che l’Italia ha perso dal 1994 ad oggi per errate manovre sui prodotti derivati (a tutto vantaggio di un ristretto manipolo di banche estere tra cui primeggia Morgan Stanley) non sono una cifra di poco conto. 24 miliardi di euro equivalgono a più di una delle tante manovre di aggiustamento dei conti pubblici che i governi di Silvio Berlusconi e di Mario Monti hanno propinato al paese nel tentativo di salvarlo da una situazione per molti versi simile a quella di altri paesi europei. Con 24 miliardi di euro si potrebbero ridurre tasse e accise sulla benzina, si potrebbero aumentare gli ammortizzatori sociali, si potrebbero assumere i 10.000 insegnanti precari che stanno sospesi, tanto per restare ai fatti più eclatanti. In questa vicenda sorprende il fatto che poca attenzione sia stata dedicata dai media e dalle forze politiche e sociali a chi dovrebbe assumersi la responsabilità del danno la cui entità riportata da Bloomberg, 24 miliardi di euro, non è stata sino ad oggi smentita. Chi nel lontano 1994 ha preso la decisione di affidarsi ai prodotti derivati, con le più lodevoli intenzioni, speriamo, portandoci ai risultati di cui sopra? Chi in questi 18 anni non ha fatto nulla per uscire da un contratto che si rivelava sempre più un salasso per le finanze nazionali?

Un breve ripasso della recente storia politica può chiarire un quadro che nessuno sembra intenzionato a rendere pubblico. Nel 1994, anno di stipula dell’accordo, i due governi che si alternano non sono certamente guidati da sprovveduti in materia di ingegneria finanziaria e conoscenze. Sino a maggio troviamo ai vertici dell’esecutivo l’ex governatore di Bankitalia Carlo Azeglio Ciampi, mentre il ministero del Tesoro, è guidato da Piero Barucci, banchiere fiorentino. Sotto il suo controllo si trovano l’immensa massa dei Bot e degli altri titoli di Stato che generano il debito pubblico nazionale, nonché il rapporto con la Banca d’Italia per la gestione della lira, ancora in tensione dopo la tempesta dei cambi. Non dimentichiamo infine che nel 1994 alla direzione generale del Tesoro, guidata da Mario Draghi (poi governatore di Bankitalia e quindi di BCE), troviamo l’attuale vice ministro delle finanze Vittorio Grilli, in qualità di capo della commissione per le analisi finanziarie e le privatizzazioni. Insomma, governo e ministero del Tesoro sono in mano a persone competenti.

A maggio arriva a palazzo Chigi Silvio Berlusconi, appena sceso in campo, e con grande successo. Forse Berlusconi se ne intende più di immobili, di Tv commerciali e di supermercati, ma il Tesoro è retto da Lamberto Dini, brillante economista fiorentino, fino ad un anno prima direttore generale di Bankitalia. Dini non è arrivato ai vertici di Via Nazionale perché il governatore Ciampi, scrivono le cronache dell’epoca, gli avrebbe preferito il vice Tommaso Padoa Schioppa. Si raggiunge un compromesso tra Ciampi e il presidente della Repubblica Oscar Luigi Scalfaro, e in Via Nazionale arriva Antonio Fazio. Al fianco di Dini ci sono sempre Mario Draghi e Vittorio Grilli, mentre alle finanze troviamo Giulio Tremonti. Tutte teste fini, dunque.

Gli anni passano, il contratto con i derivati continua a macinare perdite ma il ministero del ministero del Tesoro, che poi viene conglobato con le finanze, non si muove. Ai vertici del ministero nell’ordine si susseguono nel 1995 Dini ad interim nel governo da lui stesso presieduto, Ciampi nel primo governo di Romano Prodi 1996-1998, Giuliano Amato nel governo D’Alema 1999-2000, quindi Tremonti nei tre governi Berlusconi sino al 2011 e Padoa Schioppa nel secondo governo Prodi 2 del 2006-2008.

Per concludere, non sono più di undici i personaggi che dovevano per forza essere al corrente del contratto con Morgan Stanley, o per averlo progettato o per averlo autorizzato: Ciampi, Barucci, Dini, Amato, Prodi,Tremonti, Berlusconi, Draghi, Grilli, D’Alema e Fazio. Sempre che qualche direttore generale del Tesoro non si sia mosso di propria iniziativa inguaiando i conti pubblici ad insaputa dei vertici. Ma gli undici appena indicati che facevano, non erano lì per controllare?

Scriveva ieri Repubblica: nei bilanci vige il principio dello scarafaggio, dove ne vedi uno ce ne sono tanti. Perché il governo non prende posizione in merito, non rivela la vera storia di questo contratto e non rende nota l’eventuale esistenza di altri contratti del genere? L’incertezza alimenta il sospetto nella comunità degli investitori italiani ed esteri. Aveva forse ragione l’analista di Wall Street che qualche mese fa ha accusato l’Italia di essersi comportata come la Grecia nell’imbellettare i conti pubblici? E perché Morgan Stanley nel disdettare il contratto (lo ha fatto la banca, che pure ha guadagnato non poco) afferma che sarebbe stato più oneroso per lei rinnovarlo che chiuderlo? Forse la banca teme che in futuro l’Italia non potrà far più fronte agli impegni? Gli italiani hanno fatto e sono pronti a fare altri sacrifici, ma almeno devono avere certezze. Sopratutto devono sapere che in questo frangente gli autori di scippi di penna (come chiamano a Napoli i buchi finanziari) devono essere chiamati a rispondere del loro operato. Nessuno escluso.

di Gianfranco Modolo da IL Fatto Quotidiano



Il capitalismo irresponsabile è fallito

Blog di Ivana Bartoletti Manager, esperta di diritti umani e direttrice di Fabiana 
Il capitalismo irresponsabile è fallito 


 Questa settimana vorrei parlarvi di due cose. La prima, di una conversazione che ho avuto conLoretta Napoleoni per la rivista di cui sono direttrice, Fabiana. La seconda, di Hackney, che riceverà nei prossimi giorni un premio per la vita ‘sostenibile’. Probabilmente lo avrete già letto, o ne avrete sentito parlare; il libro di Loretta Napoleoni,Maonomics, Why Chinese Communists Make Better Capitalists Than We Do, a me è piaciuto moltissimo, e mi ha fatto pensare. Lo trovate qui. La tesi del libro è che sia indispensabile guardare alla Cina per capire dove noi (Capitalismo Occidentale) abbiamo fallito. Loretta si pone questa domanda: come è possibile che la Cina sia riuscita a crescere nella globalizzazione, mentre invece noi ci siamo fatti distruggere? Quali errori abbiamo commesso? La sua risposta sta nel processo inesorabile di deregulation, che ha caratterizzato il capitalismo occidentale. La Cina, e più in generale i paesi BRICS, sono segnati invece da forti limitazioni al mercato bancario, che permettono di mantenere nella giusta direzione il libero mercato. Riporterò la mia conversazione con Loretta sul prossimo numero di Fabiana, sperando di incontrarla presto per affrofondire. Nel frattempo, se siete interessati a questi argomenti, potete approfondire in questo nuovo blog, lanciato ieri con questo articolo sul Guardian. Vorrei ora raccontarvi un’altra cosa. Un’associazione italiana, Vivere con lentezza, ha deciso di premiare il Borough di Hackney per gli sforzi intrapresi nel migliorare la qualità della vita, e nell’incoraggiare i cittadini ad un rapporto più umano e rilassato con il proprio tempo. L’associazione è stata fondata da Bruno Contigiani, il quale, dopo una carriera nel mondo delle comunicazioni, ha deciso di sperimentare una strada nuova: diffondere l’idea della sostenibilità, di una vita più a misura d’uomo, in maggiore contatto con la bellezza della quotidianità e le piccole gioie del guardarsi intorno. In effetti il Borough di Hackney è stato straordinariamente capace di dare un volto nuovo a quest’area. Le scuole sono migliorate, la criminalità e vertiginosamente diminuita. Hackney è un posto piacevolissimo, anche se spesso vituperato dai mass media, come ai tempi delle riots della scorsa estate. Le nuove generazioni un po’ bohemien che lo hanno recentemente occupato ne hanno fatto un luogo straordinariamente eclettico, un pullulare di iniziative sperimentali, laboratori teatrali, cinema alternativi, esperimenti di cucina e spazi collettivi. Allo stesso tempo, però, Hackney rappresenta anche la quintessenza dei fallimenti del capitalismo irresponsabile: sacche di povertà che convivono, side by side, con l’estrema ricchezza delle speculazioni finanziarie di corto respiro. Proprio a pochi minuti da Clapton, una zona di Hackney che appartiene al 5% più povero dell’intero paese, si ergono gli edifici della City, di quella square mile (ormai molto più di un miglio…), controllata da una Corporation che gode di un regime legale tutto suo, come potete leggere qui. Tornando al premio: sono davvero contenta che siano riconosciuti i meriti dell’amministrazione e del popolo di Hackney. È proprio qui, infatti, che si è sviluppato il mio senso di appartenenzaalla Gran Bretagna. Ed è qui, nel suo multiculturalismo, nelle sfide per l’equality, nella modernità delle architetture (sia fisiche che sociali) che le persono si scelgono e si costruiscono per vivere, che ho trovato e rinnovato il mio impegno sociale e politico. Un esempio, Hackney, a cui ispirarsi. 


da IL Fatto Quotidiano

Cina: demolito un ponte in 5 secondi



Cuba,dissidenti in manette

Sono almeno 70 gli attivisti del gruppo "Dame in bianco" arrestati a Cuba lo scorso fine settimana, a una settimana dalla visita papale Sono almeno 70 gli attivisti del gruppo 'Dame in bianco' arrestati a Cuba lo scorso fine settimana, a una settimana dalla visita nel Paese di Papa Benedetto XVI.

A una settimana dalla visita di Benedetto XVI, la polizia cubana ha disperso una manifestazione dei parenti dei prigionieri politici e ha arrestato oltre 50 attivisti. La manifestazione era tenuta dalle 'Dame in bianco', che hanno denunciato l'arresto di loro 33 attiviste, tra cui la leader Berta Soler, avvenuto mentre lasciavano la sede dell'organizzazione per recarsi alla messa domenicale. Altre 20 persone sono poi state arrestate durante la manifestazione, perchè non avevano rispettato il percorso abituale delle loro proteste settimanali. Le Dame in bianco, insignite del premio Sakharov per la pace, chiedono la liberazione dei prigionieri politici, tra cui figurano i loro coniugi o compagni. Di solito, le attiviste partecipano insieme alla messa della domenica, quindi manifestano per chiedere il rilascio dei detenuti. I dissidenti hanno moltiplicato le loro iniziative all'Avana in vista della prossima visita del Pontefice, in programma dal 26 al 28 marzo. Le ''Damas en blanco'', vincitrici nel 2005 del premio Sakharov Prize, sono da tempo impegnate per il rilascio dei detenuti per motivi politici e hanno intensificato le dimostrazioni in occasione della prossima visita del Pontefice. In una delle operazioni, la polizia ha interrotto una marcia di protesta organizzata dalle mogli, vedove e madri dei prigionieri ed ha arrestato 20 manifestanti. Altre 33 donne, fra cui la Soler, sono state fermate mentre si recavano alla messa della domenica in una chiesa cattolica.Il governo americano ha condannato oggi l'arresto di oltre 50 dissidenti cubane del gruppo Damas en Blanco. Sono arresti che «mostrano il disprezzo delle autorità cubane per i diritti universali del popolo cubano», ha detto Tommy Vietor, portavoce del Consiglio Nazionale di Sicurezza degli Stati Uniti. Le Damas en Blanco sono state fondate nel 2003 per protestare contro la condanna di 75 dissidenti. Il gruppo è composto di sole donne, spesso imparentate con i prigionieri politici, che marciano in silenzio vestite di bianco tutte le domeniche dopo aver ascoltato la messa nella chiesa di Santa Rita. Come altri gruppi di dissidenti, le damas hanno chiesto di poter incontrare Papa Benedetto XVI durante la
sua visita a Cuba il 26-28 marzo.
Da La Stampa


lunedì 19 marzo 2012

Redditi dei parlamentari





Redditi dei parlamentari, Berlusconi in testa Fini leader più ricco, Lusi a 300mila euro

L'ex Presidente del Consiglio nel 2011 ha dichiarato 8 milioni in più rispetto all'anno precedente. Imponibile di 1.5 milioni per Mario Monti e Di Pietro supera Alfano. L'ex tesoriere della Margherita ha sottoscritto l' 87,4% del capitale sociale del giornale Europa

Silvio Berlusconi aumenta di otto milioni il suo reddito ed è ancora il più ricco del Parlamento, Antonio Di Pietro supera Umberto Bossi e Angelino Alfano sorpassa Pierferdinando Casini e Pier Luigi Bersani. E’ quanto emerge dalle dichiarazioni dei parlamentari del 2011 e relativo al 2010 che oggi sono state rese pubbliche alla Camera e al Senato.

Il reddito dell’ex presidente del Consiglio, dichiarato nel 2011 e relativo all’anno precedente è di 48.180.792 euro, vale a dire circa otto milioni in più rispetto a quanto dichiarato lo scorso anno, ovvero 40.897.004. Per quanto riguarda beni immobili e mobili l’unica variazione che risulta è l’acquisto di un immobile a Lampedusa il 28 giugno dello scorso anno. Tra le proprietà dichiarate ci sono due appartamenti uso abitazione in Milano e due box, insieme ad altri tre appartamenti sempre nel capoluogo lombardo. Berlusconi dichiara anche comproprietà al 7,46 per cento di parti comuni in Milano, un immobile nel comune di Lesa, e uno a Antigua cui si aggiunge anche un terreno. Ma i beni immobili ad Antigua sono scesi da tre a due.

Inoltre, non risultano nuovi acquisti per quanto riguarda autovetture e imbarcazioni da diporto e partecipazioni nelle società. Invariati anche tre depositi di gestione patrimoniale e il deposito amministrato presso la Banca Popolare di Sondrio, il Monte dei Paschi di Siena e la Banca Arner Italia Spa. Tra i beni immobili intestati a Berlusconi risultano due appartamenti in uso abitazione a Milano, due box e altri tre appartamenti sempre a Milano ed una comproprietà. Nella dichiarazione dei redditi è poi iscritto un immobile nel comune di Lesa e alcune proprietà nell’isola di Antigua.

L’attuale presidente del Consiglio e senatore a vita Mario Monti ha dichiarato come imponibile per l’anno 2010 1.513.030 euro. La moglie, Elsa Antonioli, ha avuto come imponibile 20.894 euro. Svariati i beni immobili del professore: 40% di un ufficio, due negozi e un deposito a Milano; 50% di una casa a Bruxelles; 50% di una casa e due box a Milano. Sempre nel capoluogo lombardo il 100% di una casa e un box. Altre proprietà a Varese: nove case e sei box, un negozio e il 50% di un terreno. Le automobili sono una Lancia Dedra del ’95 e una Lancia K del ’98. La moglie possiede il 10% di un ufficio e due negozi a Milano; il 50% di quattro case sempre a Milano e un seminterrato sempre nel capoluogo lombardo. Elsa Antonioli possiede inoltre il 50% di due villini con terreno a Novara e il 50% della casa a Bruxelles e una Lancia Musa del 2009.

Tra i leader di partito il più ricco è Gianfranco Fini con 201.115 euro dichiarati per il 2011. Segue a poca distanza il numero uno dell’Idv, Antonio Di Pietro, con 182.207 euro. Di Pietro, che nella dichiarazione dei redditi del 2011 ha segnalato l’acquisto di alcuni terreni a Montenero di Bisaccia, guadagna di più del segretario del Pdl, Angelino Alfano, che ha denunciato al fisco 169.317 euro. Seguono poi il leader del Pd, Pier Luigi Bersani, con 136.885 euro, Francesco Rutelli con 131.252 e Umberto Bossi con 124.871 in calo rispetto all’anno precedente, quando ammontava a 167.957. ‘Ultimo’ tra i leader di partito, Pier Ferdinando Casini, il cui reddito imponibile nel 2011, quindi riferibile al 2010, è di 116.986 euro. Ma a suo nome risulta una fitta compravendita di azioni. Tra quelle vendute spiccano le 1.525 azioni di Unicredit, tra gli acquisti c’è invece Intesa Sanpaolo con 967 azioni.

Per quanto riguarda i presidenti delle due Camere, Renato Schifani è più ricco del suo omologo alla Camera, Gianfranco Fini. La seconda carica dello Stato ha, infatti, dichiarato un reddito imponibile di 223.939 euro contro i 201.115 euro di Fini. Il reddito di Schifani è leggermente calato rispetto a quello della precedente dichiarazione (229.918 euro), mentre quello di Fini è aumentato visto che lo scorso anno aveva dichiarato 186.563 euro.

Il capogruppo più facoltoso alla Camera è Siegfried Brugger (gruppo Misto). Nonostante una flessione rispetto al reddito dichiarato nel 2010, Brugger guida la classifica con 238.091 euro di imponibile. A seguirlo, di poco distante, è il presidente dei deputati del Pd, Dario Franceschini, con 225.854 euro. Il terzo in classifica è il presidente di Popolo e Territorio, Silvano Moffa, con 167.132 euro di imponibile, seguito da Gianpaolo Dozzo, della Lega, che dichiara 163.607 euro. Subito dopo Fabrizio Cicchitto del Pdl, con 157.452 euro percepiti nel 2010; quindi Massimo Donadi dell’Idv con 151.197 euro. In fondo alla classifica il presidente del deputati di Fli, Benedetto Della Vedova, con 125.360 euro e Pier Ferdinando Casini con 116.986 euro.

Tra i redditi disponibili anche quello di Luigi Lusi, l’ex tesoriere della Margherita al centro di un’inchiesta giudiziaria per appropriazione indebita per 13,5 milioni di euro dalle casse del partito. Il reddito imponibile per il 2010 (dichiarato nel 2011) è di 304.926 euro mentre l’anno precedente era stato di 320.165. Lusi ha sottoscritto come capitale sociale del giornale Europa 84.893 euro, pari all’87,4% del totale (97.189). Come variazione dalla precedente dichiarazione dei redditi l’ex senatore del Pd ha venduto una Lancia Delta del 2009 e una Mercedes Ml e ha comprato una Fiat 500.
da IL Fatto Quotidiano

Aurora boreale a New York


domenica 18 marzo 2012

Ricordando LUCIO

I segreti della casta di Montecitorio: Se Marchionne guadagna 1037 volte di più di un ope...

I segreti della casta di Montecitorio: Se Marchionne guadagna 1037 volte di più di un ope...: Le vendite auto Fiat sono calate drasticamente. Gli stabilimenti in Italia, da Mirafiori a Pomigliano, rischiano la chiusura da qui al 2013...

Ogm: ecco cosa mangiamo Giuliano Galletta






Ogm: ecco cosa mangiamo


 Giuliano Galletta




Genova - È bastata una dichiarazione del ministro dell’Ambiente Corrado Clini, che ha auspicato «una seria riflessione sul ruolo dell’ingegneria genetica e di alcune possibili applicazioni degli Ogm, che coinvolga la ricerca e la produzione agricola», perchè la polemica sugli Organismi geneticamente modificati riesplodesse in tutta la sua virulenza. Nel dibattito che è seguito all’intervista di Clini si sono sovrapposti ambiti diversi: politica, economia, genetica, medicina e questo non ha di sicuro agevolato il semplice cittadino a formarsi un’idea precisa su un tema così delicato. Che a produrre questa confusione sia il ministro dell’Ambiente, peraltro subito smentito dal suo collega all’Agricoltura Mario Catania, appare ancora più inquietante. 


Gli interrogativi principali che ogni consumatore italiano si pone, comunque, sembrano essere sostanzialmente due: i prodotti agricoli Ogm possono essere nocivi alla salute? Quali di questi prodotti arriva effettivamente sulle nostre tavole? Alla prima domanda la comunità scientifica sembra rispondere decisamente “no”, mentre sul fronte anti-Ogm c’è, ovviamente, molta più prudenza. Mauro Mariotti, docente di Botanica all’università di Genova, spiega: «Sinceramente non vedo problemi per la salute anche perchè i prodotti Ogm per uso alimentare sono sottoposti a controlli molto severi e credo anzi siano molto più sicuri di certi prodotti falsamente biologici o di cattiva qualità. Vedo molti più problemi sul fronte ambientale». Per Federica Ferrario, responsabile campagna Ogm di Greenpeace «in realtà sulla nocività non possiamo avere certezze perchè non esistono seri studi scientifici a medio e lungo termine degli Ogm sugli organismi e questo, secondo noi, è il vero scandalo». 


Per quel che riguarda la seconda domanda - e cioè quali di questi prodotti arrivano sulle nostre tavole - si può dire che nel mondo sono solo quattro i prodotti in commercio: soia, mais, cotone e colza. Vengono prodotti tutti in Paesi extraeuropei. L’Europa aveva dato via libera alla produzione di mais Ogm in Spagna e alla coltivazione di un tipo di patata che non è partita. In Italia i semi geneticamente modificati sono vietati ed è proprio su questo fronte che il ministro Clini ha proposto di intervenire, almeno a livello sperimentale, scatenando la protesta bipartisan di tutti gli schieramenti politici. Con poche eccezioni tra cui Futuragra, associazione culturale composta da imprenditori agricoli e supportata da consulenti scientifici, che si è impegnata a mettere a disposizione una parte dei 30mila ettari per dare il via a semine sperimentali. 


«La ricerca italiana legata all’ingegneria genetica è infatti ferma ormai da dieci anni» ha spiegato presidente dell’associazione, Duilio Campagnolo «sono centinaia le aziende tecnicamente e pragmaticamente predisposte per avviare una sperimentazione di colture transgeniche sui propri terreni, sia con i tradizionali mais e soia, ma anche in settori come viticoltura e pioppicoltura». 


«In Italia è già possibile importare soia e mais Ogm» spiega ancora Ferrario «che vengono utilizzati per i mangimi degli animali. L’allevatore sa se sta usando prodotti Ogm, perché c’è l’obbligo dell’etichettatura, ma il consumatore finale di carne, latte, uova e formaggio non può saperlo a meno che il produttore non lo indichi volontariamente». Prodotti come la lecitina di soia sono molto utilizzati dall’industria alimentare ma nel caso siano di origine Ogm deve essere indicato. «In realtà ciò non avviene perchè l’industria sa bene qual’è l’opposizione dei consumatori agli Ogm» prosegue Ferrario «la possibilità di trovare tracce di Ogm facendo la spesa perciò è praticamente zero» e conclude «quando ho sentito il ministro confondere quello che è frutto di incroci con gli Ogm mi sono davvero cadute le braccia».In questa confusione il ministro ha coinvolto anche il basilico scatenando la protesta dei coltivatori genovesi. 


Il problema Ogm si lega quindi strettamente alla questione della biodiversità. «Il gravissimo rischio è che si riduca il livello della biodiversità a favore di poche specie ingegnerizzate» aggiunge Mariotti «con la conseguente perdita delle varietà tradizionali e di quelle create dai contadini nel corso dei secoli. L’obiettivo delle multinazionali chimiche, che utilizzano gli Ogm, è proprio di obbligare tutti ad utilizzare solo i semi brevettati da loro. Nel caso di un grande cambiamento climatico, però, l’assenza di varietà mettere il mondo veramente nei guai». 


da IL Secolo XIX